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Auditoria fiscal: como não errar mais nesse processo

Auditoria fiscal: como não errar mais nesse processo

Por Atracto

Entrando em 2019, vamos à última postagem com a melhor maneira de se fazer uma auditoria fiscal correta. Se nas semanas anteriores detalhamos uma parte do processo, agora falaremos do “pulo do gato” quando o assunto é compliance na auditoria. Assim, você pode iniciar o primeiro mês do novo ano com a casa arrumada, ou melhor, com sua empresa no caminho do sucesso.

A necessidade

Toda organização, independentemente do tamanho, necessita de uma auditoria fiscal. Não é apenas para manter o compliance e trabalhar dentro das regras, mas é praticamente uma questão de sobrevivência do empresário e do empreendimento. É consenso que o Brasil é um dos países com as maiores cargas tributárias do planeta, além de ter uma legislação confusa e composta por centenas de normas de arrecadação que estão em constante mudança. Logo, uma empresa sem uma sólida cultura de auditoria fiscal, tanto preventiva quanto corretiva, tem poucas chances de se manter de portas abertas no longo prazo.

Sendo assim, o recomendado é fazer uma averiguação ampla, em forma de simulação, para poder assegurar a real apuração e o correto recolhimento de valores. E, como dissemos, há um jeito correto de começar.

O diferencial

Um grande diferencial do sistema Auditto para auditoria é o transmissor. Aliado ao processo de revalidação, o sistema serve tanto para a realização de uma auditoria completa, verificando o passado fiscal da empresa. Isso é feito de forma automatizada, otimizando o processo com ganhos de tempo e economia de recursos.

O sistema gestor consegue encontrar esses erros antes da transmissão dos arquivos, refazendo automaticamente o processo. Ou, há ainda a possibilidade de enviar os arquivos ao Fisco para não se perder o prazo, por exemplo, e refazer a operação para identificar os erros e retificar a declaração, revalidando tudo quantas vezes for preciso para eliminar as inconsistências.

Para realizar a transmissão do SPED é preciso instalar na máquina local o PVA – Programa Validador e Assinador do SPED Fiscal. O PVA é o instrumento que garante o funcionamento do sistema, a coleta dos dados e a transmissão aos órgãos competentes, transmitindo as informações que são validadas. Para a transmissão é necessário ter um certificado digital para assinar o documento, garantindo a segurança e a validade jurídica dos arquivos.

Porém, o processo de validação no PVA é extremamente demorado para arquivos grandes, com muitos documentos e informações. Além disso, esse processo depende da velocidade de processamento da máquina, ou seja, um computador com pouca capacidade operacional pode levar horas e até dias para validar um arquivo para ser enviado ao SPED.

Já o sistema Auditto, através da inteligência da robotização, identifica o tamanho e complexidade do arquivo que será validado, tendo uma máquina ideal para a auditoria daquele arquivo. Com isso, o arquivo é validado em um tempo hábil muito curto e o processo é otimizado, deixando a validação do PVA muito mais simples de ser executada.

Conclusão

A auditoria fiscal é a base da organização de qualquer empreendimento. Ela facilita as rotinas dos negócios, de forma a gerar ganho de tempo, redução de custos e melhoria nas suas relações com os órgãos fiscalizadores, mantendo o compliance.

A empresa que faz a auditoria fiscal da maneira errada corre riscos de ser autuada por erros de escrituração ou falta de informação, não consegue fazer a conferência dos valores de impostos debitados e creditados em sua apuração e também não consegue identificar quais notas fiscais foram ou não contabilizadas.

Vale destacar que o Fisco tem, por lei, o prazo de 5 anos para encontrar possíveis falhas. Com o Auditto você consegue fazer uma auditoria preventiva e arrumar a casa começando com o mês passado. Já fazendo de forma periódica, a auditoria fiscal será preventiva, evitando problemas futuros com o Fisco.

Dessa maneira, contar com um sistema inteligente que consiga apontar todos os possíveis erros antes do Fisco é o ideal. É menos mão de obra e mais segurança com processos autônomos e robotização. Vai ficar de fora?

(Colaboração: Anderson Lam, diretor de Produtos)

Post by Saulo Novaes

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