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Como os robôs mantém o compliance empresarial?

Como os robôs mantém o compliance empresarial?

De acordo com reportagem publicada no portal do jornal Gazeta do Povo no primeiro semestre de 2019, um estudo de uma consultoria internacional apontou que o uso de novas tecnologias no ambiente produtivo como inteligência artificial, veículos autônomos e robôs deve provocar um acréscimo de US$ 15,7 trilhões no PIB global até 2030. 

Isto corresponde, aproximadamente, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), à riqueza gerada por todos os países do mundo em dois meses. Os acréscimos virão por meio de ganhos de produtividade e otimização de processos. 

Ainda dentro da matéria, o texto fala que entre as áreas que podem ser beneficiadas com essa tendência estão as de compliance, finanças e contabilidade, por causa da necessidade de controles internos. 

E, como estamos falando de contabilidade por aqui, uma empresa ou um escritório que não mantém o compliance ou que não dá a devida atenção à esse campo pede para ter prejuízo.

A inteligência artificial, através de robôs e diversas outras ferramentas de gestão que fazem parte do mundo empresarial, já dominam as práticas de gestão operacional.

Exemplos são a criação de fluxos de atividades padrões e sua integração com sistemas de informação (software de gestão, APIs e outros), visando o controle de informações e a extração de relatórios estratégicos, permitindo a implantação e manutenção do compliance, para o controle do cumprimento das políticas internas e externas e redução de riscos.

Mas por que isso é tão importante? O que os robôs podem fazer na operação fiscal? Como que esses robôs mantém o compliance empresarial? Acompanhe…

A importância do compliance empresarial hoje

Você já deve estar careca de saber sobre a importância do compliance, mas vale passear mais um pouco por esse terreno. Desde os anos 1980 a palavra compliance faz parte do vocabulário e do dia a dia dos executivos brasileiros – o termo compliance vem do inglês to comply, que significa “agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido” -, mas ganhou novo impulso em 2013, com a Lei Anticorrupção.

Desde a promulgação da Lei, infringir algumas determinações pode resultar em multas pesadas, na dissolução da empresa e até mesmo em uma eventual responsabilização criminal de quem a administra, mesmo que o gestor justifique parcial ou total desconhecimento das ações.

Se a empresa não tiver um programa de compliance claro, o administrador estará automaticamente implicado, mesmo que a infração tenha sido cometida por funcionários ou terceirizados.

Até mesmo por isso, a área de compliance não costuma ser das mais populares em uma empresa, mas já vimos que ela é extremamente necessária. Dela depende a conformidade do negócio à regulamentação, à legislação, às diretrizes e, cada vez mais, à boa reputação da empresa – basta lembrar de alguns escândalos recentes, como Odebrecht, Carne Fraca, JBS e as emissões de poluentes “maquiadas” pela Volkswagen. 

Fato é que as empresas precisam aprimorar seus programas de compliance e gerenciamento de risco, já que as leis endureceram e os órgãos fiscalizadores do governo se modernizaram a ponto de conseguirem, num simples cruzamento de dados das obrigações fiscais das empresas, pegarem erros que podem comprometer uma organização inteira. 

A Lei Anticorrupção, por exemplo, fala em programa de compliance efetivo, ou seja, isso tem que ser posto em prática por todo mundo.

Ou seja, um programa de compliance não é só uma ferramenta para evitar corrupção nas empresas, mas funciona como uma espécie de guia, mostrando aos funcionários como devem agir em cada caso específico, de acordo com as regras estabelecidas pela própria organização. 

Ele também está profundamente inserido nos pilares do que chamamos Governança Corporativa (Transparência, Equidade, Prestação de Contas e Responsabilidade Corporativa) e assegura que a empresa está cumprindo à risca todas as obrigações impostas por órgãos de regulamentação, dentro dos padrões exigidos para o seu segmento. É válido para as esferas trabalhista, fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, ética, dentre outras.

Os robôs no compliance

Uma empresa que deseja se consolidar no mercado pode alcançar seus objetivos de forma muito mais segura em longo prazo e isso está intimamente ligado ao compliance. A Lei Anticorrupção deu uma grande contribuição, mas de uns tempos para cá existe uma crescente pressão externa pela adoção de padrões éticos que gerem valor a todos os stakeholders. 

Esse movimento tem impulsionado organizações para a criação de programas preventivos e de monitoramento constante. A adoção de boas práticas, alinhadas à missão, visão e valores de um negócio, favorece não apenas a satisfação desses investidores, colaboradores e fornecedores citados acima, mas abre portas para transações mercantis internacionais.

E a execução desses programas vem acompanhada da inteligência artificial dos robôs. O uso de robôs na operação fiscal permite que a empresa tenha visibilidade e rastreabilidade dos acessos e modificações realizadas pelo RPA (Robotic Process Automation) de maneira integral, revelando todo o caminho que foi percorrido e as atividades executadas em um determinado processo. 

Esses robôs executam atividades humanas em plataformas digitais, como o preenchimento de planilhas e relatórios com dados fiscais, por exemplo. Por serem tarefas repetitivas, de baixo valor agregado, que envolvem movimentação massiva de dados, essas atividades candidatas à robotização, até porque o custo para isso está muito mais acessível.

Já se encontram no mercado tecnologias que ajudam a interpretar uma massa de dados de maneira mais eficiente, com o uso de algoritmos matemáticos. É o chamado machine learning por inteligência artificial. 

E entre essas empresas que disponibilizam tecnologia de ponta, está a Auditto. Os robôs que a Auditto desenvolve são capazes de monitorar todos os dados das notas fiscais de uma empresa, auditar as obrigações acessórias, apurar os impostos, encontrar inconsistências e erros nos diversos campos de um SPED contábil e fiscal, além de transmitir esses dados ao Fisco minimizando os erros a praticamente zero.

Com isso, é possível liberar o tempo da força de trabalho humana para o exercício de atividades de alto valor agregado, uma vez que não é mais preciso destacar uma equipe para verificar todos os dados de um documento fiscal para manter o compliance.

O custo de não ter tecnologia

Se você acha que esse investimento está além das suas necessidades, basta pensar que no Brasil, o mercado financeiro e tributário, por exemplo, possui cerca de 64.000 normas. A cada mês, outras 300 novas regulações são criadas. A questão é saber quais delas são importantes — e que apresentam, portanto, risco maior — e quais não são. Em vez de analisar manualmente cada documento, o robô faz isso sozinho e classifica qual documento merece atenção.

Sem contar com essa ajuda, em algum documento haverá uma falha e você será pego sem nem ter conhecimento de onde está errando.

A utilização de robôs como estratégia integrada a outros processos de gestão de riscos e governança corporativa de uma empresa melhora o nível geral de transparência da companhia, além de ajudar a reduzir a utilização de recursos financeiros.

A abordagem integrada de gestão de riscos ao compliance ajuda as instituições a se fortalecerem contra riscos futuros ainda desconhecidos e antecipar o impacto das mudanças nas condições em relação às regulações que devem ser adotadas. 

Percebeu como ter um robô trabalhando para a manutenção do compliance da sua empresa é de extrema importância?

Para contar com essa tecnologia, entre em contato com a Auditto!

Por Atracto

Post by Saulo Novaes

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